terça-feira, 25 de setembro de 2012

Ampliação do Camacho


Anteprojeto e Ampliação do Camacho são apresentados

 Projeto prevê, além da construção de uma arquibancada para dois mil lugares, assentos inferiores e superiores atrás dos gols.

Da Redação
ampliação-camacho
Mogi Guaçu, SP - O anteprojeto arquitetônico e a ampliação do Estádio Municipal Alexandre Augusto Camacho foram apresentados na tarde da última quinta-feira (06), pela secretária de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, Marilú Fogo, pelo engenheiro Ansel Lancman e pelo arquiteto Fábio Levi, da Lank Engenharia e Comércio, empresa contratada para a elaboração do estudo. A proposta inicial do projeto completo de ampliação é a construção de uma arquibancada para dois mil lugares, para atender uma determinação da Federação Paulista de Futebol para que o Clube Atlético Guaçuano possa utilizar o estádio em competições de 2013.
O projeto foi elaborado com base em um estudo sobre o desenvolvimento e o crescimento dos bairros da região, além do fluxo de veículos nas principais vias de acesso ao Estádio. Marilú explicou que a ampliação e a reforma total do Camacho é uma intenção para o futuro. “Precisamos iniciar, o mais rápido possível, a construção das arquibancadas para atender às exigências da Federação, mas optamos pela elaboração de um estudo completo de ampliação do Camacho, tornando o Estádio um espaço para shows e outros eventos, e não apenas para jogos de futebol”, frisou a secretária.
De acordo com o arquiteto Fábio Levi, o projeto prevê, além dos dois mil lugares, a construção de arquibancadas inferiores e superiores atrás de um dos gols e também sobre a Rua Hugo Pancieira. Com a reforma, o lugar poderá abrigar 15 mil pessoas, além de contar com rampas de acesso, área de imprensa e convidados VIPs, estacionamento com aproximadamente 20 mil m² para a entrada de veículos visitantes e arbitragem, alojamentos, refeitórios e lanchonetes.
Para a construção dos dois mil lugares sobre a Rua Hugo Pancieira, a via sofrerá uma pequena mudança, invadindo a área da Cerâmica Martini, em frente ao Camacho. Segundo a secretária de Planejamento, a Prefeitura iniciará nos próximos dias uma negociação com os proprietários da área para uma possível utilização institucional ou uma eventual desapropriação.
Agora, a Prefeitura aguarda a finalização e a entrega do projeto pela empresa contratada e, somente após esse processo, o projeto será apresentado à Federação.

Publicado no Portal Mogi Guaçu, editoria de Cidades, em 14/09/2012.




Perícia Predial



Perícia Predial - Quando utilizar esse serviço?

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Recorrer ao laudo de um perito técnico detecta defeitos construtivos e auxilia na escolha de orçamentos.


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Quando o condomínio precisa da avaliação de um problema construtivo, o perito é o profissional indicado. O ramo de atuação da perícia predial na verdade é um pouco mais amplo do que a maioria dos síndicos conhece. A área mais conhecida é o levantamento de defeitos construtivos do edifício, para que o condomínio consiga junto à construtora a solução definitiva do caso. O laudo técnico dos defeitos serve de poder de negociação com a construtora. E, se não houver um acordo entre a construtora e o condomínio, o laudo pericial funciona para instruir uma ação judicial.
Muitas vezes as construtoras tomam medidas paliativas e demoram para solucionar o problema, esperando que expire a garantia de 5 anos, explica Ansel Lancman, engenheiro civil com curso de pós-graduação em avaliações e perícias em engenharia. Como muitos defeitos são progressivos, a partir de um pequeno problema o condomínio pode ganhar um prejuízo enorme. Lancman cita o caso de um condomínio com 16 anos, que precisava recuperar a fachada. Com a perícia, percebeu-se que infiltrações vindas do topo do prédio haviam estragado a pintura, ou seja, "o condomínio iria medicar o sintoma e não a doença", compara o engenheiro.
O objetivo da perícia é levantar defeitos também em locais pouco visitados pelo síndico ou zelador, como o topo do prédio ou a casa das máquinas da piscina. Nesses pontos, é comum que falhas de projeto causem uma má funcionabilidade do edifício. "O projeto arquitetônico às vezes inviabiliza uma manutenção, como uma floreira de difícil acesso, e o perito detecta esses pontos. Além disso, ele verifica se o que foi entregue pela construtora corresponde ao prometido", comenta Thales do Valle Dutra, engenheiro civil, geólogo e especialista em avaliações e perícias de engenharia. 
Outra frente de atuação da perícia é na análise de orçamentos para realização de obras no condomínio. "O perito não olha só preço e prazo, mas avalia qual orçamento é o melhor e o mais adequado", orienta Dutra. Um laudo funciona para o síndico como um anteparo técnico que justifica suas ações. "O perito é neutro. Ele indica os problemas, mostra as causas e o que precisa ser feito para saná-los. Durante a obra ele pode dar pareceres sobre os serviços. Isso alivia a carga do síndico que, com o laudo, pode se defender de cobranças, reclamações e responsabilidades perante os condôminos.
Publicado no site do Secovi-PR, em 03/08/2012


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B.E.C.



Engenheiro Ansel Lancman explica vistoria realizada no Estádio Fortaleza

No final do último agosto, o engenheiro civil Ansel Lancman, elaborou o Laudo de Engenharia do Estádio de Barretos, abordando todos os sistemas que compõem a edificação. 

Como trata-se de um estádio antigo, precisou de avaliações de estrutura, impermeabilização, alvenaria, revestimentos, esquadrias, coberturas, instalações elétricas, hidráulica, do Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas – SPDA - e também das condições de acessibilidade. 
O objetivo do laudo é qualificar o grau de risco de cada reforma para que seja possível a definição do prazo de execução de cada uma. 

Agora, a Federação Paulista de Futebol avaliará as condições e enviará ao Ministério Público do Estado de São Paulo todas as informações e documentação necessárias para a liberação do estádio. 

Conheça o profissional
O engenheiro Ansel Lancman que além de perito em estádios e apto às vistorias, é também árbitro de futebol, sendo engenheiro formado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Destaca-se, há muitos anos, na perícia de vícios e defeitos construtivos. É credenciado como engenheiro vistoriador da Federação Paulista de Futebol e da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Sua atuação inclui vistorias em obras de diversos portes - e também em estádios de futebol-, por todo o país.
Publicado no site do B.E.C. - Barretos Esporte Clube em setembro, 2012.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

De Museu Para Estacionamento


O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (CREA-RJ) e a Defensoria Pública da União vistoriaram o prédio do antigo Museu do Índio.
Devido às reformas do Estádio Jornalista Mário Filho, mais conhecido como Maracanã, o imóvel poderá ser demolido para dar lugar a uma área de estacionamento e dispersão de público.
O prédio abriga hoje cerca de 20 índios de diversas etnias e, apesar dos seus 150 anos, não foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico de Artístico Nacional (Iphan). 

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Concreto Ecológico


A engenharia da Federal do Rio de Janeiro desenvolveu alternativas ecológicas para reduzir ou mesmo substituir o cimento, a brita e o amianto.

Tijolo ecológico da Eco-Máquinas
Romildo Toledo, pesquisador da Coordenação de Pós-Graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe), desenvolveu materiais à partir de reciclados e fibras vegetais que podem substituir matérias-primas do concreto e de produtos de fibrocimento, como caixas d’água e telhas.
Segundo Toledo, “alguns tipos de concreto ecológico já estão prontos para serem repassados ao setor produtivo e outros em fase final de desenvolvimento”.  O pesquisador utilizou cinza de bagaço de cana-de-açúcar, cinza de casca de arroz e resíduos da indústria cerâmica para reduzir de 20 a 40% o consumo de cimento. A brita foi substituída por materiais encontrados em demolições. Já na fabricação de telhas ou caixas d’água, o consumo de cimento foi reduzido em até 50% com o uso de fibras vegetais. Outros materiais como pneu velho, cinzas de esgoto sanitário ou de queima de lixo ainda estão sendo testados.
As alternativas chamaram a atenção de empresas norte-americanas, pois reduzem o impacto ambiental - seja por redução da emissão de gás carbônico, pelo uso de materiais naturais, entre outros fatores – e apresentam a mesma performance que materiais tradicionais.
De acordo com a Coppe, a indústria cimenteira responde por 5 a 7% das emissões mundiais de gases do efeito estufa. A produção atual de cimento – que deverá triplicar em 50 anos – corresponde a cerca de 3 bilhões de toneladas por ano. 


segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Lixão Ameaça Lençol Freático.


O Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA) do Pará pediu ao Ministério Público do Estado que suspenda a licitação que prevê a utilização do lixão do Aurá.
O engenheiro civil, sanitarista e professor da Universidade Federal do Pará, Luiz Otávio Mota Pereira, explicou que “o novo projeto não possui licenciamento ambiental e que o local é operado sem técnicas sanitárias e ambientais, contaminando o solo com chorume e atingindo o lençol subterrâneo”. Dessa maneira, segundo Mota Pereira, “o Rio Guamá, principal manancial da região,  está ameaçado, pois são cerca de 2 mil toneladas de lixo depositadas diariamente a céu aberto”.
A licitação, marcada para o próximo dia 19 de setembro, prevê uma obra de R$ 800 milhões e a extensão por mais 25 anos de uso do lixão, elevando a cota atual de 20 metros para 30 metros de altura.
De acordo com os profissionais do CREA isso não será possível: “estão querendo prolongar um dos maiores crimes ambientais do Brasil”.
Localizado a 19 quilômetros da capital, o Aurá é maior lixão do norte do Brasil. Em 1998, uma tese de doutorado constatou que o chorume fluía para as lagoas localizadas no sul da área, atingindo principalmente os igarapés Santana do Aurá, Jarucá e Santo Antônio. 

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Acordo Para Energia Eólica


As empresas espanholas Ghenova e Revergy/Isoltrol anunciaram um acordo, neste início de setembro, para o desenvolvimento de projetos de energia eólica no Brasil.
Em pleno crescimento, o setor já conta com parques que geram dois gigawatts.
Além de desenvolver projetos, o consórcio também oferecerá assessoria a outras empresas. A Ghenova já atua no Brasil há alguns anos e a Isotrol/Revergy são companhias de energia renovável com experiência na Espanha e no mercado europeu. A ideia é produzir cerca de oito gigawatts até 2016. Para tanto, o Brasil deverá receber onze fabricantes de aerogeradores ainda neste ano. 

Gerador de energia eólica em Gravatá, Pernambuco